sexta-feira, 29 de agosto de 2008
UMA OPINIÃO DE PESO!!!!
domingo, 24 de agosto de 2008
"INTO THE WILD"
Uma paulada em nossas convenções.
Realmente
" a felicidade só é real quando compartilhada"
AME.
sábado, 23 de agosto de 2008
FATIA DIVINA
e molhou o corpo na água fria;
com olhos transparentes percorreru meu estado de timidez.
(e eu dizia que não sofria disso).
Então tá, veremos juntos a
"Arquitetura da Destruição".
Estamos em outro lugar:
a pele encosta na minha e parece recontar anos.
Ainda em outro lugar :
_ sabe quando as pessoas duplicam ao invés de dividir?
E meu olhar penetra com interesse pela dúvida.
_ Intento a morte, não consigo penetrar o olhar
sem ver o lado ruim do ser humano.
Ouvi. E eu na minha insignificância: blá, blá, blá.
_ Já leu?
_ Não li.
Depois disse: _... nunca que aquele doutor saberia do que
eu estou falando, não é loucura, é somente um estado.
E essa foi a fatia divina do mistério
que mantêm vivo o desejo.
terça-feira, 12 de agosto de 2008
Vale a pena ver!!!
Na verdade nada do que a gente já não soubesse ou desconfiasse, porém,
imagem e discurso te prendem ao filme... um roteiro interessantíssimo.
Vale a pena ver e repassar.
Deixo o link http://video.google.com/videoplay?docid=-1437724226641382024.
Bom filme e boa reflexão.
segunda-feira, 21 de julho de 2008
Combustíveis!!!
domingo, 20 de julho de 2008
estado sútil
Nessas últimas semanas, me vi entre a dor de uma possível perda, a revolta de perceber a ausência da pessoas e a busca de manter o controle sobre minhas emoções, porque caso realmente algo ruim acontecesse eu deveria estar ali, firme e forte. Afinal, essa é a imagem primeira que vêem em Luciana Holanda. Mas transitar por essas emoções, acabou que novamente apresentou um estado muito sútil de mim mesma... sou várias, sou uma, sou o que sou .
segunda-feira, 7 de julho de 2008
FOI BEM BOM!!!!!!
segue abaixo o comentário da Helena:
Ah....Não. Só a.
Quanto tempo depois de ver um espetáculo a gente ainda pode comentar? Fui assistir ao espetáculo “a” nas segundas-dramáticas do Departamento de Artes Dramáticas, na General Vitorino. É aberto ao público. Apareçam por lá, às 18h. Em geral, é coisa boa. E foi assim.
Entrei lá à tarde e as vi preparando o cenário. Não era sofisticado, mas, já causava certo impacto. No entanto, é quando elas encenam que aqueles panos e balões fazem sentido. A energia daqueles corpos esbarra nos tecidos e se refletem no público. Teve discussão depois. Justamente com o meu orientador, Edélcio Mostaço. Foi ele que me fez perceber que aquele tema que, para mim não causou surpresa, ainda podia provocar tanto estranhamento, principalmente, nos homens.
A peça fala do universo feminino. Bem, o assunto desperta o meu interesse há vários anos. Já li muito. Discuti muito e elas estavam ali falando de maternidade, de violência no casamento e por aí vai. Então, o que realmente me deixou de boca aberta era a forma como elas resolveram trazer tudo isso à tona. Não havia homens em cena. Eram apenas três mulheres. No entanto, elas contracenavam com seus machos invisíveis e reagiam a eles de forma intensa, natural e verdadeira.
Ontem ainda, alguém me perguntou: tu és atriz? Sempre respondo: faço teatro. Porque sei o quanto é difícil chegar aquele resultado ali que vi no palco. Tem gente que acha que fazer teatro é fazer caras e bocas e até é, mas, as caras e bocas tem que acontecer no tempo exato e do jeito certo. E foi isso que vi. Havia teatralidade, é claro! Mas, ao mesmo tempo esta tudo poderia estar acontecendo na sala da casa da gente. Tinha uma proposta lúdica, mas, que nem por isso era leve ou divertida. Lembra um pouco aquela música do boi da cara preta que “pega esta criança que tem medo de careta”. Ou seja, mais assusta do que faz rir.
Minha colega de mestrado, Maria Amélia Netto, foi a última a fazer o seu monólogo e isso me gerou forte expectativa, pois, as anteriores haviam sido incríveis. Mas, o bom é isso. As três têm o mesmo nível de atuação: alto, eu diria, e isso só pode dar bom resultado. Luciana Holanda, Marina Monteiro e Maria Amélia dirigidas por Cleistenes Grött e Meire Silva. Elas partiram do texto de Dario Fo e Franca Rame, mas, fizeram entrevistas com muitas mulheres, saíram a campo para elaborar a peça e introduziram coisas que fizeram o espetáculo se tornar bem interessante mesmo para mim que por ter nascido feminina sabia exatamente do que elas estavam falando desde que Rita Lee cantava: “mulher é bixo esquisito, todo mês sangra!” Mas, vejam, isso não diminui em nada este espetáculo que é sensível e contundente ao mesmo tempo.
sexta-feira, 20 de junho de 2008
Ouroboro no FAM 2008
quinta-feira, 12 de junho de 2008
"a" em Porto Alegre
quarta-feira, 28 de maio de 2008
um pensamento
teatro não se faz sozinho,é feito de pessoas.
E estas feitas de emoções, sentimentos,
angústias e experiências.
Nunca se juntam por acaso, geralmente pessoas afins,
com mesmas perspectivas, desejos, objetivos.
As relações geralmente saõ intensas, você passa a conhecer
os parceiros de palco em sua intimidade, conhece seus vícios,
suas manias, sua beleza, sua capacidade de interagir,
de doar e de receber.
Geralmente também nasce os conflitos, os dilemas das
pessoalidades e por muitas vezes, as pessoas
se perdem no caminho.
Tudo se torna muito maior, pequenas discussões
ganham dimensão irreal, e por quê?
São amores e desamores que constroem a história
de um grupo de pessoas.
Teatro é relação.
sábado, 24 de maio de 2008
"... embalando como a um filho."
(Fernando Pessoa - O MARINHEIRO)
Durante cinco anos me dediquei a essa experiência, a desvendar esse texto e a criar um espetáculo que contasse um sonho.
O fiz, e agora sem mais o coração para embalar como a um filho
restou as ...
uma atriz
..."Uma profissão que exige tanto, com tanta concorrência, tanta dedicação, tantas incertezas, cobranças, tantos testes e tão poucas respostas positivas...ser atriz no Brasil, hoje em dia, e sempre, foi e é uma luta. É aprender a se produzir, correr atrás de patrocínio e contratos, ouvir não, montar com o seu pouco dinheiro mesmo, escrever os textos, montar sua equipe, sua companhia, não depender tanto das respostas positivas da tv e colocar o seu caminho no teatro, onde mais se aprende. ...Apesar de todas as dificuldades e incertezas, ser atriz é o meu maior motor, minha prioridade máxima, minha vida. Teatro é como balé, só continua quem realmente ama. Eu vou sempre conitnuar. É o que escolhi pra minha vida; ganhando, perdendo, aprendendo, amando, lutando". (Nina Pêra)